A Justiça do Amazonas determinou a retirada de missionários americanos e da Missão Novas Tribos do Brasil

A Justiça do Amazonas determinou a retirada de missionários americanos e da Missão Novas Tribos do Brasil

 

A Justiça do Amazonas determinou a retirada de missionários americanos e da Missão Novas Tribos do Brasil. Portanto proíbe entrada e determina retirada de missionários em área de índios isolados
Juiz da Vara Federal de Tabatinga mandou Funai cumprir decisão e força policial dar apoio, após ação da União dos Povos do Vale do Javari que mira religiosos americanos e da Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB)

RIO – A Justiça do Amazonas determinou nesta quinta-feira a retirada de missionários americanos. E também da Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB) na Terra Indígena Vale do Javari, local onde há maior concentração de povos isolados do mundo. A decisão assinada pelo juiz Fabiano Verli, da Vara Federal de Tabatinga (AM), pede que a Fundação Nacional do Índio. Porem então (Funai) cumpra as ordens e proíba a entrada dos religiosos Andrew Tonkin, Josiah Mcintyre, Wilson Kannenberg.(Asas do Socorro) e de qualquer representante da MNTB ou de outra organização ligada a igrejas em meio à ameaça de coronavírus. Ela também autoriza o uso de força policial, inclusive militar de qualquer espécie para que a determinação seja cumprida.

Que os réus fiquem impedidos de adentrar à Comunidade que representa sem autorização específica da Funai, e mesmo assim, com respeito à portaria Funai nº 419/20. De fato trata especificamente dos perigos do trânsito de pessoas para os índios, diante da pandemia de nossos dias”, diz trecho da decisão.

A Univaja afirmou em nota que teme o avanço do coronavírus na região.

“Apesar de todas essas possibilidades de um horizonte sombrio para os povos indígenas do Vale do Javari, o que temos visto, na prática. Mas são tomadas de providências tímidas por parte da Funai, da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e dos demais poderes públicos locais
O juiz cita diretamente o missionário Andrew Tonkin, cujo plano revelado pelo GLOBO era fazer uma expedição para contatar índios korubos, no Igarapé Lambança. “No caso em tela, vejo que há uma presença bem provada de Andrew Tonkin, na Comunidade indígena. Então o elementos razoáveis de convicção, em sede liminar, quanto aos demais réus. Há claros indícios de que nem todos da Comunidade gostam disso. Há também indícios claros de tentativa de aculturamento no caso de uma Comunidade, ao que parece, isolada.

A decisão ainda estabelece multa para cada pessoa física ou jurídica de R$ 1.000,00 por dia e por ato de descumprimento. Além disso dá 15 dias para Funai entregar um relatório sobre o caso e explicar a presença de missionários na aldeia Vida Nova, onde religiosos da Missão Novas Tribos do Brasil. Esta decisão põe discernimento forçado na cabeça do cristão que esqueceu da maior ordenança divina: amar e respeitar o próximo – afirma o advogado da Univaja, Eliésio Marubo.

Esta é a primeira vez que uma organização indígena entra com um pedido de liminar de interesse coletivo perante o Poder Judiciário, sem que haja interlocutores como procuradores da República ou órgãos federais.

Procurados, os missionários e a MNTB ainda não se manifestaram. A Funai afirmou, em nota, que a questão será analisada pela Advocacia-Geral da União (AGU). Porem responsável pela representação dos órgãos do Poder Executivo Federal no âmbito judicial.

 

 

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