Crianças sequestradas

Crianças sequestradas e mortas pelo pai estavam abraçadas, diz polícia

A Polícia Civil ainda investiga as circunstâncias das mortes, mas já se sabe que o homem discutiu com a mãe das crianças

Crianças sequestradas e mortas pelo pai estavam abraçadas, diz polícia

 

O pai das crianças, Raí dos Santos:

Os dois irmãos, Gustavo Santos, 3 anos, e Bernardo Alves, 1 ano, que foram sequestrados e mortos pelo próprio pai, em Boituva (SP), foram encontrados abraçados ao lado de uma árvore em uma fazenda, segundo a polícia. Já o pai, Raí estava enforcado pendurado em uma árvore próximo às crianças.

O delegado que investiga o caso, Carlos Antunes, disse ao Jornal Cruzeiro do Sul, que a suspeita é de que o pai tenha matado uma criança por vez e, logo depois, teria colocado os dois abraçados. Em seguida, se matou.

Raí Santos estava desaparecido com as crianças desde quinta-feira (20/9). Ele buscou os meninos, Gustavo Santos e Bernardo Alves, na creche e o corpo dos três só foi encontrado na noite de sábado (22). A Polícia Civil ainda investiga as circunstâncias das mortes, mas já se sabe que o homem discutiu com a mãe das crianças, por não aceitar o fim do relacionamento.

Ele teria feito ameaças à vida dela, em seguida, passou na creche onde estavam Gustavo e Bernardo, pegou os meninos e seguiu para uma loja de produtos agropecuários. No local, ele comprou um pedaço de corda e seguiu de táxi para uma área mais afastada da cidade.

Um jovem de 23 anos sequestrou e matou seus dois filhos de 3 e 1 ano de idade. A tragédia aconteceu na cidade de Boituva (SP). Raí Santos estava desaparecido com as crianças desde quinta-feira (20/9). Ele buscou os meninos, Gustavo Santos e Bernardo Alves, na creche e o corpo dos três só foi encontrado na noite de sábado (22).

A Polícia Militar informou ao site Mix Vale que os três foram achados numa área rural de mata fechada, por uma força-tarefa com bombeiros e cães farejadores. Raí estava enforcado ao lado dos corpos dos filhos. A Polícia Civil ainda investiga as circunstâncias das mortes, mas já se sabe que o homem discutiu com a mãe das crianças, por não aceitar o fim do relacionamento.

Ele teria feito ameaças à vida dela, em seguida, passou na creche onde estavam Gustavo e Bernardo, pegou os meninos e seguiu para uma loja de produtos agropecuários. No local, ele comprou um pedaço de corda e seguiu de táxi para uma área mais afastada da cidade.

Um homem de 25 anos é acusado de matar o próprio filho, um bebê de seis meses, com um tiro no peito na madrugada desta quarta-feira (12/9), no Parque Estrela Dalva, Jardim Ingá, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.

De acordo com informações do Centro de Operações Policiais Militares, do 5º Comando Regional de Polícia Militar (Copom) de Luziânia, o pai teria disparado contra o menino com uma garrucha calibre .22 após se irritar com o choro da criança, que estava no berço.

O bebê chegou a ser encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, mas não resistiu ao ferimento. Ao dar entrada no hospital, uma equipe da Polícia Militar se dirigiu à residência do casal para apurar o caso e encontrou os pais no imóvel. A arma usada no crime também foi localizada escondida atrás do sofá, com munição.

Com base em informações da Polícia Civil de Luziânia, Maycom Salustiano da Silva estaria bêbado e teria dito que não se recordava do ocorrido. Afirmou ainda ter consumido álcool e maconha com a mãe da criança, de 20 anos.

Ainda conforme nota da PCGO, militares foram acionados por vizinhos que ouviram a briga do casal, por volta de 1h. De acordo com relatos, a mulher gritava por socorro, mas quando a viatura se aproximou da residência do casal, ela teria ficado calada. Cerca de quatro horas depois, a polícia recebeu um novo chamado do hospital.

A delegada da 2ª Delegacia de Polícia (Jardim Ingá), Carolina Matos Barreto, responsável por investigar o crime, afirmou que Maycom foi preso em flagrante.

“Na delegacia, a mãe do bebê narrou todos os fatos e apontou o companheiro como o responsável pelos disparos. Ela não foi presa porque, a princípio, não houve participação na morte do filho. Vamos aguardar o laudo para entender as circunstâncias do crime”, explicou Carolina.

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